ARTESIA. Celebrados 98 anos da festa do Divino Espírito Santo
Muitas comunidades portuguesas estão a chegar aos cem anos de existência no estado da Califórnia, e outras, até já ultrapassam esse marco, como é o caso de São Diego e São José.
Artesia aproxima-se do centenário. O seu salão mais pequeno é datado dos anos 30 do século passado.
Este ano, as festas do Divino Espírito Santo localmente começaram com a presença do Canal Ilha 3 vindo da Terceira, Açores e com a realização de uma feira dirigida por eles.
No passado domingo, dia 20 de Julho, a Festa deu início com “O Encontro da Coroa” – típico de algumas freguesias na Ilha Terceira.
A Coroa do Divino Espírito Santo saiu em cortejo da casa José e Lenilda Maria Coelho, acompanhada pela rainha da festa e as suas aias. Ao mesmo tempo, a filarmónica com as futuras rainhas e aias de 2025-2026, saíram do salão ao “Encontro da Coroa”, à qual se juntaram, a meio do percurso, que percorreu as ruas de Artesia. Seguiram para o salão em procissão, onde foram recebidos pelo padre António Silveira, vindo da igreja Cinco Chagas da cidade São José, e ainda o padre jesuíta Luís Proença, professor da Universidade Loyola Marymount, em Los Angeles.
A missa solene seguiu e no final dessa, foi oferecido jantar no segundo salão, com carne assada e feijão. Horas mais tarde, a apresentação das futuras rainhas e aias.
Durante a semana, como é tradição, rezou-se o terço de segunda a quinta-feira, com actividades em seguida: a actuação do Rancho Folclórico de Artesia “Retalhos Antigos”; a noite da juventude; o concerto da Filarmónica de Artesia; a “vacada” para os mais jovens na “Praça”; e restaurante aberto e cantoria, na sexta-feira.
Houve ainda a actuação dos cantores José Borges, vindo da Flórida; Samuel Meneses Borges, da ilha Terceira; Bruno Miguel Oliveira, de São Jorge; e por fim, André Silva Monteiro, de São Miguel.
Foi uma semana cheia de actividade para todos, desde os mais jovens até aos adultos. Espera-se agora o fim da festa que terá lugar na semana a seguir.





