MEIA-DÚZIA DE SAÍDA: Rúben Amorim prepara ‘vassourada’ no United

O mercado de transferências de verão abre dentro de, sensivelmente, dois meses e meio, e o Manchester United pretende reforçar-se de forma significativa. 

No entanto, antes de comprar, terá de vender para ‘engordar’ os cofres.

Tendo em conta esta circunstância, Florian Plettenberg, jornalista da estação televisiva alemã ‘Sky Sport’, traz esta terça-feira a público a lista de seis jogadores que Ruben Amorim terá entregue, recentemente, à direcção, com a certeza de que não entram nas suas contas, para a próxima temporada.

Neste lote, encontram-se os nomes de Victor Lindelof, Christian Eriksen (que terminam contrato já no próximo mês de Junho), Casemiro (que tem vínculo válido por mais uma época) e Kobbie Mainoo (a quem não faltam interessados).

Marcus Rashford e Antony, que se encontram emprestados a Aston Villa e Real Betis, recentemente, são outros dos atletas que, à partida, deixarão Old Trafford, a título definitivo, permitindo, assim, uma maior folga financeira para ‘atacar’ o defeso.

‘Amorim teve adaptação difícil’

Entretanto, o defesa português Diogo Dalot admitiu esta semana que Ruben Amorim teve uma adaptação difícil ao Manchester United, mas acredita que o treinador vai ser bem-sucedido na Liga inglesa de futebol.

 “[Ruben Amorim teve] Uma adaptação difícil como é sempre, a quem chega à Premier League, seja jogador, treinador. Acho que não tem de demonstrar o grande treinador que é. Mas o futebol define-se por resultados”, afirmou.

Em declarações durante o estágio da selecção portuguesa, para os embates com a Dinamarca, para os quartos de final da Liga das Nações, Diogo Dalot, um dos jogadores mais utilizados nos ‘red devils’ esta temporada, acredita que a equipa do United tem vindo a melhorar.

“Tem sido um início bastante difícil, mas vamos sorrir no final. Tem mais do que capacidade para ser um grande treinador na Premier League”, assumiu.

Sobre a provável transferência do compatriota Geovany Quenda, do Sporting para o Chelsea,  Dalot considerou que “é mais uma demonstração da qualidade do jogador português e do futebol português”, acreditando que não será o último futebolista da Liga portuguesa a mudar-se para um grande campeonato.