NOVA IORQUE | Minhoto André Silva assumiu direcção do dinâmico Centro Português de Farmingville, que chega em 2026 a meio século de existência

Por HENRIQUE MANO | Farmingville, NY

André Silva tomou posse como presidente do Portuguese-American Center of Suffolk (PACS), tornando-se um dos dirigentes mais jovens a assumir a liderança desta instituição, uma de apenas duas associações lusas existentes no condado nova-iorquino de Suffolk. Eleito na Assembleia Geral realizada a 22 de Janeiro, substitui no cargo Miguel Tereso e foi oficialmente empossado no plenário de quinta-feira, 5 de Fevereiro.

Foto: JORNAL LUSO-AMERICANO | O novo Presidente, André Silva, após a tomada de posse

Natural de Grade, no concelho de Arcos de Valdevez, André Silva emigrou para os Estados Unidos no início da década de 2000 e mantém uma ligação profunda e duradoura ao PACS, que frequenta há cerca de 24 anos. “Foi a casa portuguesa que frequentei sempre com os meus pais desde que cá chegámos”, recorda. Durante os anos de liceu, em Centereach, integrou o Rancho Folclórico “Aldeias de Portugal”, uma das estruturas culturais que continuam activas no seio do Centro.

O seu percurso académico e profissional levou-o depois para a Universidade de Kentucky, onde concluiu estudos em gestão hoteleira com uma bolsa de atletismo, área em que se destacou a nível nacional em provas de longo curso. Iniciou a carreira profissional na rede Hyatt, realizou um estágio curricular no Sheraton do Porto, em Portugal, regressando mais tarde aos EUA, onde voltou ao grupo Hyatt. A experiência na hotelaria abriu-lhe portas ao sector financeiro, primeiro no JP Morgan, numa função de ligação com clientes privados de língua portuguesa, seguindo-se passagens pelo UBS e pela Bloomberg. Actualmente, integra uma multinacional da área da consultoria, onde exerce funções de gestor de viagens corporativas para a América do Norte.

A decisão de avançar para a presidência do PACS surgiu num momento sensível da vida associativa. “Qualquer sócio devia dedicar-se nem que fosse um dia à gestão de uma casa como esta”, afirma André Silva, em declarações exclusivas ao jornal LUSO-AMERICANO. “Decidi assumir esta responsabilidade depois de à 3.ª tentativa para se arranjar direcção ninguém aparecer. Acho que é importante, sobretudo para garantir a sua continuidade”.

Foto: JORNAL LUSO-AMERICANO | Os novos corpos gerentes após a tomada de posse

André Silva tomou posse como presidente do Portuguese-American Center of Suffolk (PACS), tornando-se um dos dirigentes mais jovens a assumir a liderança desta instituição, uma de apenas duas associações lusas existentes no condado nova-iorquino de Suffolk. Eleito na Assembleia Geral realizada a 22 de Janeiro, substitui no cargo Miguel Tereso e foi oficialmente empossado no plenário de quinta-feira, 5 de Fevereiro.

Natural de Grade, no concelho de Arcos de Valdevez, André Silva emigrou para os Estados Unidos no início da década de 2000 e mantém uma ligação profunda e duradoura ao PACS, que frequenta há cerca de 24 anos. “Foi a casa portuguesa que frequentei sempre com os meus pais desde que cá chegámos”, recorda. Durante os anos de liceu, em Centereach, integrou o Rancho Folclórico “Aldeias de Portugal”, uma das estruturas culturais que continuam activas no seio do Centro.

O seu percurso académico e profissional levou-o depois para a Universidade de Kentucky, onde concluiu estudos em gestão hoteleira com uma bolsa de atletismo, área em que se destacou a nível nacional em provas de longo curso. Iniciou a carreira profissional na rede Hyatt, realizou um estágio curricular no Sheraton do Porto, em Portugal, regressando mais tarde aos EUA, onde voltou ao grupo Hyatt. A experiência na hotelaria abriu-lhe portas ao sector financeiro, primeiro no JP Morgan, numa função de ligação com clientes privados de língua portuguesa, seguindo-se passagens pelo UBS e pela Bloomberg. Actualmente, integra uma multinacional da área da consultoria, onde exerce funções de gestor de viagens corporativas para a América do Norte.

A decisão de avançar para a presidência do PACS surgiu num momento sensível da vida associativa. “Qualquer sócio devia dedicar-se nem que fosse um dia à gestão de uma casa como esta”, afirma André Silva, em declarações exclusivas ao jornal LUSO-AMERICANO. “Decidi assumir esta responsabilidade depois de à 3.ª tentativa para se arranjar direcção ninguém aparecer. Acho que é importante, sobretudo para garantir a sua continuidade”.

Foto: JORNAL LUSO-AMERICANO | O novo Presidente, André Silva, troca impressões com um dos seus vice-presidentes (Carlos Fonseca) na sala da direcção

A ligação familiar ao Centro foi também determinante. “Tenho aqui as minhas filhas na Escola e, para além disso, também frequento socialmente o Centro, tanto para almoçar e jantar no restaurante como para ir às festas e alguém vai ter de tomar conta disto”, nota.

Com experiência associativa anterior, tendo já desempenhado funções de tesoureiro na direcção da escola local, André Silva passa agora a liderar uma estrutura que integra, para além da Escola “Antero de Figueiredo”, o Rancho Folclórico “Aldeias de Portugal”, um Grupo de Jovens e outros grupos afiliados.

Quanto à sua visão, sublinha a continuidade como palavra-chave. “Não entro para revolucionar nada. Nós temos uma estrutura excelente, não precisamos de obras grandes, o que falta é, nestes 50 anos de actividade, cativar as novas gerações, criar condições para que eles venham ao Centro e se envolvam”.

Entre os objectivos traçados para o mandato, estão o reforço da base associativa e uma maior dinamização da vida do Centro. “Gostava de aumentar o número de sócios pagos e que essas novas gerações regressassem ao Centro. Às vezes estás-se à espera que eles venham, mas tem de ser ao contrário: temos de criar condições para que isso aconteça”, defende.

Apesar da estabilidade financeira actual, André Silva alerta para a necessidade de planeamento a médio e longo prazo. “O Centro está financeiramente sólido, mas temos de planear o que serão estas associações daqui a 5, 10 anos para não enfrentarmos crises directivas”, concluiu.

A ligação familiar ao Centro foi também determinante. “Tenho aqui as minhas filhas na Escola e, para além disso, também frequento socialmente o Centro, tanto para almoçar e jantar no restaurante como para ir às festas e alguém vai ter de tomar conta disto”, nota.

Com experiência associativa anterior, tendo já desempenhado funções de tesoureiro na direcção da escola local, André Silva passa agora a liderar uma estrutura que integra, para além da Escola “Antero de Figueiredo”, o Rancho Folclórico “Aldeias de Portugal”, um Grupo de Jovens e outros grupos afiliados.

Quanto à sua visão, sublinha a continuidade como palavra-chave. “Não entro para revolucionar nada. Nós temos uma estrutura excelente, não precisamos de obras grandes, o que falta é, nestes 50 anos de actividade, cativar as novas gerações, criar condições para que eles venham ao Centro e se envolvam”.

Entre os objectivos traçados para o mandato, estão o reforço da base associativa e uma maior dinamização da vida do Centro. “Gostava de aumentar o número de sócios pagos e que essas novas gerações regressassem ao Centro. Às vezes estás-se à espera que eles venham, mas tem de ser ao contrário: temos de criar condições para que isso aconteça”, defende.

Apesar da estabilidade financeira actual, André Silva alerta para a necessidade de planeamento a médio e longo prazo. “O Centro está financeiramente sólido, mas temos de planear o que serão estas associações daqui a 5, 10 anos para não enfrentarmos crises directivas”, concluiu.

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *